quinta-feira, 14 de abril de 2011

BAIANA SYSTEM , ORGÂNICA E ELETRÔNICA





   Baiana System é um projeto musical que tem o objetivo de divulgar e explorar novas possibilidades sonoras da guitarra baiana. Idealizado por Robertinho Barreto, guitarrista da banda Lampirônicos e  que utiliza há algum tempo o  instrumento, tanto na banda como em outros trabalhos, o Baiana System não tem um formato definido, podendo assumir variadas formações. A idéia principal é que a guitarra baiana interaja num formato de  “Live P. A.” com um DJ que assuma as bases sampleadas e/ou tocadas, fazendo inserções de sons e efeitos.           A formação pode ser completada por baixo, percussão ou outros instrumentos, a depender da intenção, onde essas combinações passeiam por temas com liberdade de improvisos e se utilizam de recursos como camadas, efeitos e loops, numa concepção que também se inspira na liberdade e psicodelia do Dub. 
   Essa tendência de valorização dos ritmos afro vem crescendo na música independente, desde o revival do afrobeat renovado pelas guitarras do Vampire Weekend, até chegar em terras brasileiras com o som de bandas como Holger.
  A banda também conta com o aparato visual produzido por Filipe Cartaxo  (Barreto), que constrói ícones pautados na cultura popular, que acompanham a banda nos materiais gráficos e na projeção dos shows. No comando da guitarra de Robertinho Barreto, o Baiana System desenrola uma nova oportunidade de mistura para a cultura baiana, que mais do que qualquer outra, sabe bem como se misturar.






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7 mitos sobre a maconha – Superlistas

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Jornal é bom adubo?



Segundo os pesquisadores especializados em solo Ronaldo Severiano Berton e Sueli dos Santos Freitas, do Instituto Agronômico de Campinas, é mais indicado usar jornal para reciclagem que o transforme novamente em papel do que usá-lo como fonte de nutrição de plantas. Vale dizer, porém, que a adição do jornal na terrra é prática já realizada e recomendada em outros países, como "mulch" para proteção do solo ou como meio estrutural e fonte de carbono nas pilhas de compostagem doméstica. Quanto aos microrganismos, o jornal é principalmente constituído de celulose, o que aumenta a atividade dos microrganismos celulolíticos e a relação carbono/nitrogênio do material orgânico no solo. O aumento dessa relação pode levar à imobilização de nitrogênio, impedindo-o de ser absorvido pelas plantas, o que é difícil julgar, porque não há informação da área em que o sr. Kramer espalha o jornal. No entanto, se as plantas não estiverem acusando deficiência de nitrogênio, é provável que o problema não esteja ocorrendo. Com relação à tinta, os jornais estão trocando as tintas à base de óleos derivados do petróleo por óleos vegetais, como de soja e milho, por serem de baixa volatilidade. A análise do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) quanto à composição da tinta, e que nos foi fornecida por este Suplemento, estava voltada para identificar compostos orgânicos no material. Esses compostos encontrados muito provavelmente serão naturalmente decompostos, possivelmente sem danos para o total de microrganismos do solo, ainda que uma ou outra espécie possa ser momentaneamente prejudicada. Mesmo assim, quando o produto for decomposto, os outros que foram afetados retornarão a seus níveis populacionais. Mas suspeita-se que os pigmentos adicionados aos óleos vegetais, para dar cor, podem conter metais potencialmente tóxicos como o cádmio, o bário e o cobre. Assim, universidades americanas, e outras entidades especializadas em compostagem, recomendam apenas o uso de jornal não colorido para ser usado no solo ou compostagem

Fonte: Suplemento Agrícola do 
jornal O Estado de SP