sábado, 30 de abril de 2011

LÓTUS EM FÚRIA



DESABROCHA
HEFÊMERA
DESNUDA
ENCATOS
SUBLIMES
FURIOSA
PELA
VIDA
POUCAS
HORAS
TUDO
ACABA
E O
SOL
AINDA
BRILHA.

                        Ednilson Clayton Rogerio
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quinta-feira, 28 de abril de 2011

FAÇA VOCÊ MESMO

 A luta por um mundo mais justo e democrático idealizado pelos Punks culminou em algo mais revolucionário.


link parte 2 : http://www.youtube.com/watch?v=NTeYC_3wXJQ




A FILOSOFIA DO "FAÇA VOCÊ MESMO"




O `Faça Você Mesmo` existe por duas razões: em primeiro lugar porque ninguém vai fazê-lo por você. Quando o punk começou a se desenvolver nos EUA, e também em São Paulo/ABC, com bandas como Olho Seco, Cólera, Ratos de Porão etc, não havia literalmente nenhuma outra saída para quem queria fazer música punk, divulgar seus Lps, tocar em casas de espetáculo senão fosse feito por conta própria. Não havia como fazer o jornalismo cultural da época dar a devida atenção à cena punk. Por isso tudo teve de ser feito com fazines e shows organizados e custeados pelos próprios punks, na rua se fosse preciso. Em segundo lugar, a postura do `Faça Você Mesmo` dá força ao movimento, pois quando você tira a bunda da cadeira e começa a fazer as coisas por sua própria conta, você percebe que não há nenhuma `fórmula mágica` para fazer o que as gravadoras, as revistas, os estilistas e os músicos fazem. Basta criar coragem e fazê-lo. Obviamente, esta postura acabou nos empurrando para além do movimento punk. Há caras nos EUA que fazem até a sua própria cerveja; que participam de campanhas como Food Not Bombs (Comida não Bombas); que contribuem, como leitores ou mesmo produtores, para uma mídia alternativa; que lutam por uma educação que esteja além desta que as instituições de ensino oferecem, aprendendo assim coisas sobre saúde da mulher, movimento dos sem-teto, problemas com as drogas, ou seja, todos os tipos de problemas que as instituições oficiais de ensino e a mídia ignoram ou não tratam com profundidade.
Definição da Filosofia “Do it yourself” de Craig O’Hara, autor do livro “A Filosofia do Punk – Mais que Barulho”


A  filosofia “Faça Você Mesmo” do punk  expandiu fronteiras e atingiu outros gêneros musicais como o hip-hop e a cultura do remix. A partir dai veio criando uma revolução tecnológica e artística como nunca antes vista, recursos de mixagens, colagens, vídeos, fotos, mp3, entre outras tecnologias estão acessível para qualquer um da sociedade onde o Faça Você Mesmo ganha força e o público pode torna-se o ídolo através da internet através de veículos de comunicação independente. O meio artístico abalado com a estética de colagem onde a arte de colagem e recursos tecnológicos estavam sendo bombardeados todos os salões de arte, a questão é qual o futuro da arte ?


terça-feira, 26 de abril de 2011

25 ANOS E O QUE APRENDEMOS?


ABRIL DE 2011, UCRÂNIA


Em Abril de 1986, um técnico tentou corrigir uma falha num reator de uma usina nuclear da até então desconhecida cidadezinha ucraniana Chernobil. Sem querer, piorou ainda mais o problema. Explosões e incêndios levaram ao ar 100 vezes mais radiação que as duas bombas atômicas lançadas em 1945 no Japão.A nuvem radioativa atingiu a Europa. Hoje, Chernobil está isolada por um cordão de segurança.  Após o desastre, vários países entraram em debate sobre o futuro da utilização da energia nuclear,apenas demagogia.
Entre Pripiat, na Ucrânia, e Paris, há 1 999 quilômetros e um abismo mental. O vulto da usina de Chernobyl domina o horizonte de Pripiat, onde não restou um habitante. Lá, energia nuclear é sinônimo de morte. Depois da explosão do reator número 4, na madrugada fatídica de 26 de abril de 1986, a radiação varreu tudo. A cidade foi abandonada e a roda do parque de diversões que seria inaugurada na festa de 1° de maio nunca girou. O acidente inutilizou uma área equivalente a um Portugal e meio, 140 000 quilômetros quadrados. Por centenas de anos.
A Europa despertou como se estivesse em um pesadelo. Itália, Alemanha, Suécia, Finlândia, Suíça, Holanda e Espanha deram marcha a ré nos programas nucleares e fecharam usinas. Para eles, o risco de um acidente igual era insuportável. Mas há usinas precárias nos antigos países socialistas que ainda ameaçam toda a vizinhança européia.
A solução, então, é fechar tudo? Se depender do Canadá, do Japão ou da França, onde reator nuclear é sinônimo de progresso, a resposta é não. Os franceses passam muito bem e 75% da energia no país vêm do átomo. Exportam usinas, reprocessam urânio, armazenam lixo radioativo e têm dois reatores de última geração. Tudo com aprovação das pesquisas de opinião pública. “Virar as costas para o átomo é burrice”, diz Jean Paul Chaussade, diretor de comunicação científica da Electricité de France (EDF). “O petróleo e o gás vão se esgotar em quarenta anos. Os combustíveis fósseis poluem mais e o impacto ambiental das hidroelétricas é muito maior. A alternativa atômica é cada vez mais barata e segura”. Hoje, entre Pripiat e Paris, o futuro balança. Virando a página, você vai saber por quê.


Saldo controverso

Foi isso o que aconteceu em Chernobyl. Ao ser detectado o mal funcionamento, a máquina foi desligada, mas a anomalia fez com que, em dez segundos, a potência da central fosse multiplicada cem vezes, provocando a explosão. Em contato com o ar, o urânio pegou fogo. Toneladas de partículas – 140 exatamente – foram liberadas no ambiente. Uma nuvem sinistra de radioatividade atravessou a Europa.
Até hoje, o saldo é controverso. A Greenpeace fala em 60 000 mortos a longo prazo. O Instituto de Radiologia de Kiev admite 31 mortos e 50 000 contaminados. Um estudo da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico indica que a incidência de câncer na tiróide na área de Chernobyl aumentou mais de cem vezes. Por tudo isso, como diz Chassaude, “o ideal seria parar os VVER de primeira geração e todos os RBMK”.

Países como a Eslováquia melhoraram a segurança das centrais. Mas outros, como a Bulgária e a Ucrânia, por incrível que pareça, barganham para conseguir mais recursos financeiros – uma espécie de chantagem com o próprio risco. Em abril de 1996, a Ucrânia recebeu dos sete países mais desenvolvidos do mundo uma proposta de 2,3 bilhões de dólares para fechar os reatores ativos de Chernobyl. Alegou que teria de compensar a perda importando eletricidade e pediu 5 bilhões de dólares. Não houve negócio. Será difícil esquecer Chernobyl.

Local virou atração turística


Em meio a lagos, terra arenosa e florestas nas estepes ao norte de Kiev, fica Chernobil, que adquiriu notoriedade internacional quando, no dia 26 de abril de 1986, técnicos fizeram uma experiência com um dos quatro reatores de energia nuclear ali instalados. Ele sofreu uma catastrófica explosão de vapor que resultou em incêndio, uma série de explosões adicionais, e um derretimento nuclear. Sem um recipiente de contenção, o conteúdo radioativo foi carregado pelo ar sobre grandes porções da Europa, causando um pânico internacional. Hoje, há uma área de exclusão de 30 km em torno de Chernobil, o que não impede a visita contante de turistas - numa modalidade algo mórbida de passeio.

No período imediamente após a explosão, foram mortos 31 trabalhadores da usina, e milhares de outras pessoas que viviam na região que hoje faz parte da Ucrânia e da Bielorússia receberam doses que radiação que encurtaram suas vidas. Cientistas divergem sobre o número de mortos. A Organização Mundial de saúde afirma que foram 4 mil. Os números do Greenpeace, que parecem notavelmente exagerados, falam em 200 mil.  

Níveis significativos de césio 137, estrôncio 90 e isótopos de plutônio ainda poluem o solo local. Em uma zona conhecida como Floresta Vermelha, chegou a um nível 20 vezes mais alto que o da contaminação de Hiroshima e Nagasaki, o que ainda é muito perigoso. 

A explosão de Chernobil foi o pior acidente nuclear do mundo, e é o único classificado no nível sete da Escala Internacional de Eventos Nucleares. Os 25 anos do acidente, no mês que vem, certamente ganharão uma ressonância dramática, depois dos incêndios nos reatores de Fukushima, que ressuscitaram temores de que o pânico nuclear tome o planeta mais uma vez-  embora o evento no Japão tenha sido classificado no nível cinco da escala. 

Há um vasto lago artificial perto da usina principal, que fornecia água para esfriar os reatores. Ela hoje está congelada, mas quando o complexo funcionava, estava morna durante todo o tempo. Com o crescimento de líquen na água, o lagofoi povoada de peixes que se alimentava dele, o que mantinha a água limpa. Depois da explosão, o lago foi banhado por resíduos radioativos, que se depositaram em seu fundo. Hoje, bombas trazem água constantemente do rio Pripyat, na vizinhança, para impedir a evaporação do lago e a exposição de seus sedimentos tóxicos, que podem secar e ser espalhados pelo vento.  

E é a cidade de Pripyat que traz as recordações mais perturbadoras. Ela foi construída para alojar as famílias dos trabalhadores das usinas. Lá moravam 50 mil pessoas. O reator 4 explodiu nas primeiras horas do dia 26 de abril, mas elas não foram informadas. Durante todo aquele dia, as crianças puderam brincar fora de casa, apesar dos rolos de fumaça radioativa a poucos quilômetros de distância. Havia rumores de um incêndio, mas pessoas haviam sido doutrinadas a acreditar que um acidente em um reator era impossível - até que chegasse uma frota de ônibus de tarde para tirar os moradores de lá. Disseram que poderiam retornar em alguns dias. Eles nunca voltaram. 

O custo do desastre teve enorme impacto nos orçamentos da Ucrânia e Bielorússia. Em 1998, a Ucrânia disse que já tinha gasto U$ 130 bilhões com a limpeza do local, e a Bielorrúsia, outros U$ 35 bilhões. Cientistas afirmam que a radiação afetará a área pelos próximos 48 mil anos, embora daqui a 600 anos  seja seguro repovoá-la com seres humanos, relata o Guardian. 
Soprando as velas do bolo 4 meses antes


Após um terremoto seguido por tsunami, a usina de Fukushima no Japão, com tecnologia de sobra para ataques terroristas, abalos sísmicos, e tantas outras soberbas humanas, a natureza mostrou sua fúria sobre a ilha. A  usina nuclear com toda sua segurança não resistiu, os núcleos dos reatores pararam de ser resfriados, superaquecimento, descontrole, 3 reatores em colapso, estava montado o espetáculo para mais uma tragédia mundial, após 25 anos qual lição levamos de Chernobil?
O Japão com sua arrogância tecnológica subestimou a tecnologia nuclear como muitos países fazem, e agora paga um preço muito caro.
Os níveis de radioatividade liberados na atmosfera estariam muito além das estimativas do governo japonês, chegando a comprometer novas tentativas de controlar a situação. No pior dos casos, segundo a análise de especialistas norte-americanos, os trabalhadores seriam forçados a abandonar o local, deixando o conjunto de reatores para derreter sozinho, levando a um vazamento e à contaminação de terras, águas e da atmosfera por radioatividade. Os níveis máximos de radioatividade liberados durante a crise já são suficientes para provocar a morte em um período relativamente curto de tempo. A tentativa de resfriar os reatores jogando água a partir de helicópteros foi suspensa nesta quarta-feira por medo de que as tripulações fossem afetadas pela radiação. A usina está próxima à cidade de Sendai, com cerca de um milhão de habitantes. O desastre no Japão tem o potencial de ser seis vezes pior do que o ocorrido em Chernobil na década de 1980, onde havia apenas um reator. Em Tokio, a cerca de 240 quilômetros de distância, os níveis de radioatividade atmosférica se elevaram, provocando um êxodo em massa da população. A província de Ibaraki, ao Sul de Fukushima, já registra um aumento de 30 vezes na quantidade de radiação atmosférica de fundo.
À medida que o tempo passa, os esforços para evitar o derretimento dos núcleos armazenados nos reatores de Daiichi parecem mais e mais ineficazes. A perda de controle do governo sobre a situação pode levar a uma catástrofe nuclear de proporções inéditas provocada, em primeiro lugar, pela irresponsabilidade do governo japonês, que negou recursos na manutenção dos reatores por anos e da administração da Compahia de Energia Elétrica de Tokio (TEPCO) que administra a usina em Fukushima e, no passado, já havia prestado informações falsas ao governo sobre a segurança de suas instalações. A reação em cadeia na usina de Daiichi comprova como um recurso poderoso como a energia nuclear pode se transformar em uma arma letal sob o regime capitalista.



fonte: planetasustentavel
             super.abril




Para saber mais

Nuclear Power Reactors in the World, IAEA, Viena, 1996.
Tchernobyl, Dix ans Déjà, AEN-OCDE, Paris, 1996.
Our Radioactive Legacy, Greenpeace, London, 1996.
O que é Política Nuclear, Ricardo Arnt, São Paulo, Brasiliense, 1983.
Agência Internacional de Energia Atômica (Viena) http//www.iaea.or.at

OS FILMES MAIS CENSURADOS DE TODOS OS TEMPOS

BORAT



 Sacha Baron Cohen e seu 'Borat' pouco disposto a aliviar com os americanos, com os judeus, com o Cazaquistão e com todo o mal-estar pós 11 de Setembro, terminou tendo seu filme censurado em Burma, China ,Irã, Malásia, Rússia, Cingapura, Emirados Árabes e, claro, Cazaquistão.

BRUNO

Foto: Divulgação
Ele novamente, Sacha Baron Cohen. Depois de 'Borat', é a do comediante inglês ser censurado com o seu repórter gay 'Bruno' em países como Malásia, Trinidad e Tobago, 

Ucrânia e Emirados Árabes.

HOLOCAUSTO CANIBAL

Foto: Divulgação


Eis possivelmente o filme mais censurado de todos os tempos: 'Holocausto Canibal', de 1980, do diretor italiano Ruggero Deodato, usa e abusa de canibalismo, escatologia, matança de animais e, por isso, foi banido por muito tempo em países como a Itália, Nova Zelândia, Austrália, Malásia, Burma, Noruega, África do Sul, Finlândia, Turquia, Cingapura, Alemanha, Irã e Marrocos.


Je vous salue, Marie

Foto: Divulgação

Ao colocar a Virgem Maria como uma funcionária de um posto de gasolina em tempos modernos de provocações políticas e sexuais, Jean-Luc Godard sabia que não ia ser fácil para 'Je vous salue, Marie'. E não foi: o filme foi censurado em praticamente toda a América Latina que, nos anos 80, ainda vivia boa parte sob o domínio da ditadura.


I Am Curious (Yellow)

Foto: Divulgação

'I Am Curious (Yellow)', filme sueco, causou burburinho nos EUA, onde foi considerado pornográfico em alguns locais. A obra inclui várias cenas de nudez e encenação sexual e uma cena em que a moça beija seu amante no pênis.


LARANJA MECÂNICA 

Foto: Divulgação


‘Laranja Mecânica' tem uma longa história de censura em alguns países: Irlanda, Malásia, Cingapura e Coreia do Sul entre eles. Mas a mais curiosa é mesmo a proibição de exibição do filme na Inglaterra, quando ele foi lançado. Quem baniu o filme foi o próprio diretor Stanley Kubrick quem pediu para o filme ser retirado dos cinemas, porque sua família vinha sendo ameaçada de morte.


O ÚLTIMO TANGO EM PARIS 

Foto: Divulgação

'O Último Tango em Paris', de Bernardo Bertolucci, causou controvérsia por causa da tal cena da manteiga, em que Marlon Brando usava essa pasta como lubrificante na relação sexual com Maria Schneider. Por isso, ele foi censurado na Itália, Espanha, Portugal, Nova Zelândia, Cingapura e Coreia do Sul.


O PROSCRITO

Foto: Divulgação


Projeto megalomaníaco do empresário e aviador Howard Hughes, 'O Proscrito' passou alguns anos preso nas prateleiras de Hollywood porque a censura achava excessivos os fartos seios de Jane Russell em cena.


SEM NOVIDADE NO FRONT

Foto: Divulgação


'Sem Novidade no Front' venceu o Oscar de Melhor Filme em 1930, mas foi banido na Alemanha e, depois, na Itália, pela sua propaganda anti-guerra. Sim, anti-guerra. A lembrar que tanto a Alemanha quanto a Itália logo se uniriam para formar o grupo do Eixo na 2ª Guerra Mundial.


SOUTH PARK

Foto: Divulgação


Não é preciso dizer que aquela imagem de Saddam Hussein e seu amante, o Diabo, não agradou nada vários países do Oriente Médio. 'South Park', o filme, foi banido em países como Irã, Iraque, Kuwait e em países do sudeste asiático como Malásia, Cingapura, Sri Lanka e Burma.


Titicut Follies

Foto: Divulgação


Um dos documentários mais chocantes da história do cinema, 'Titicut Follies' foi banido em vários lugares dos Estados Unidos por mostrar a crueldade como pacientes com problemas mentais eram tratados por um instituto de saúde.


The Tin Drum

Foto: Divulgação


Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e da Palma de Ouro em Cannes, 'The Tin Drum' foi censurado em vários países, inclusive o mais liberal Canadá, por mostrar menores de idade em cenas de sexo oral.


A ÚLTIMA TENTAÇÃO DE CRISTO

Foto: Divulgação


Além de ter sido censurado em vários países, 'A Última Tentação de Cristo', de Martin Scorsese, chegou a ser banido pela rede de locadoras Blockbuster. O filme traz Cristo como uma figura mais humana e menos divina, mostrando o relacionamento amoroso que ele teria tido com Maria Madalena.


NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO

 
Foto: Divulgação


Possivelmente um dos filmes mais controversos de toda a filmografia americana, o 'Nascimento de uma Nação' foi banido em várias cidades dos Estados Unidos, pelas cenas com o Ku Klux Klan e várias outras imagens racistas .

Fonte:terra.com



DOWNLOAD DO LIVRO O AUTO DA BARCA DO INFERNO CLIQUE AQUI

segunda-feira, 25 de abril de 2011

PRIMAVERA NA PELE





                                                                                   ED?

FLORIR
CONTAGIAR O AR COM A VIDA
O ENCANTAMENTO DO SEXO
EM CORES E ODORES
EMBALADO POR SABORES.

FLORIR
OFERTAR O NÉCTAR
AOS ANIMAIS NUTRIR
SACIAR

FLORIR
O DESEJO CONTÍNUO DA VIDA
  PERMANECER EM PRIMAVERA.

                                                                 EDNILSON CLAYTON ROGERIO



quinta-feira, 21 de abril de 2011

TAMBÉM COME-SE COM OS OLHOS

ESTÔMAGO - O FILME


sexo e culinária”. 
ESTÔMAGO – O FILME

Em sua estréia mundial no Festival do Rio 2007, ESTÔMAGO consagrou-se como grande vencedor, tendo rece
ESTÔMAGO é a história da ascensão e queda de Raimundo Nonato, um cozinheiro com dotes muito especiais. Trata de dois temas universais: a comida e o poder. Mais especificamente, a comida como meio de adquirir poder. E pode ser definido como “uma fábula nada infantil sobre poder, sexo e culinária”. 

Em sua estréia mundial no Festival do Rio 2007, ESTÔMAGO consagrou-se como grande vencedor, tendo recebido quatro prêmios: Melhor Filme pelo Público, Melhor Diretor, Melhor Ator e Prêmio Especial do Júri. Em sua estréia européia, no Festival Internacional de Rotterdam, na Holanda, recebeu o prêmio Lions Award e foi o segundo colocado, entre 200 longas, na preferência do público. Teve participação especial no Festival de Berlim 2008, com direito a jantar inspirado nos pratos do filme, e venceu o Festival Internacional de Punta Del Este, no Uruguai, com os prêmios de Melhor Filme e Menção Especial de Melhor Ator. 

O filme marca a estréia de Marcos Jorge na direção de longas-metragens, depois de uma bem-sucedida carreira como diretor de curtas-metragens, filmes publicitários e artista-plástico especializado em vídeo-instalações. Marcos Jorge estudou cinema na Itália e lá viveu durante toda a década de 90, e seus filmes e vídeos venceram mais de 50 prêmios nacionais e internacionais. 

As filmagens aconteceram durante 5 semanas em Curitiba e São Paulo, em fins de 2006, e toda a finalização foi feita na Itália, em Milão e Roma, em meados de 2007. ESTÔMAGO é a primeira co-produção cinematográfica realizada a partir do acordo de co-produção bilateral Brasil-Itália, assinado no início dos anos 1970. É um filme de dupla nacionalidade, brasileiro para o Brasil e italiano para a Itália. 

No elenco desponta o ator baiano João Miguel, como protagonista, acompanhado pela curitibana Fabiula Nascimento (em sua estréia no cinema), pelos cariocas Babu Santana e Alexander Sil, pelo italiano Carlo Briani e pelo paulista Paulo Miklos. 

O filme foi inspirado no conto “Presos pelo Estômago”, de Lusa Silvestre, que assina, junto com Marcos Jorge, o argumento do filme. O roteiro é de Lusa Silvestre, Marcos Jorge, Cláudia da Natividade e Fabrizio Donvito. A produção é de Cláudia da Natividade, Fabrizio Donvito e Marco Cohen. O diretor de fotografia é Toca Seabra, que tem no currículo filmes como “O Invasor” (2002), “Do Outro Lado da Rua” (2004), “Cidade Baixa” (2005) e “Cão se Dono” (2007). A música ficou a cargo de Giovanni Venosta, compositor de premiadas trilhas sonoras de vários filmes italianos: “Pão e Tulipas” (2000), “Queimando ao vento” (2002) e “Ágata e a tempestade” (2004). 

Como grande parte da história se passa dentro de uma cela de cadeia, Luiz Mendes Jr. - que entrou na prisão aos 19 anos, semi-analfabeto, e saiu 30 anos depois, como escritor e cronista - atuou como consultor de vida e comportamento no presídio. 

ESTÔMAGO foi vencedor do Prêmio de Produção de Filmes de Baixo Orçamento do MINC e seu roteiro participou do prestigioso seminário de co-produção internacional "Produire au Sud", financiado pelo governo francês. 

Produzido pela Zencrane Filmes e pela Indiana Production, ESTÔMAGO tem distribuição da Downtown Filmes.


Risotto de Macho

É gor-gon-zola. Pense num queijo de macho... é gorgonzola!
É assim que Alecrim, protagonista do filme Estômago, define para os companheiros de cela o queijo de origem italiana e odor peculiar.

Ingredientes:

4 cubos de caldo de frango ou vegetais, diluídos em um litro e meio de água quente
3 colheres de sopa de azeite extra-virgem
1 cebola média picada
2 dentes de alho amassados
1 xícara de chá de vinho branco seco
200g de espinafre
150g de queijo gorgonzola picado
2 xícaras de chá de arroz arbóreo
½ xícara de chá de nozes picadas
1 colher de sopa (rasa) de manteiga
queijo parmesão ou grana padano ralado
Sal e pimenta a gosto
Frite a cebola e o alho no azeite por três ou quatro minutos, acrescente o arroz e mexa bem por dois minutos para refogar.
Adicione o vinho e deixe cozinhar em fogo baixo até todo o líquido ser absorvido (isso acontece bem rápido, por isso fique atento!). Agora começa a parte mais delicada do risotto: adicione o caldo (a água precisa estar bem quente) com uma concha e não pare de mexer o arroz! Assim que a água for completamente absorvida, adicione rapidamente outra concha e repita o processo até que seja utilizado todo o caldo. O importante é adicionar a água aos poucos, concha por concha, e não
parar de mexer o arroz.
Quando todo o caldo acabar, o arroz deve estar al dente e é nessa etapa que se acrescenta o espinafre e o gorgonzola. Mexa cuidadosamente até que o queijo derreta e o espinafre murche (aproximadamente dez minutos). Regule o sal, adicione a pimenta. Desligue o fogo, coloque a manteiga e as nozes, mexa para incorporá-los ao arroz e sirva imediatamente com parmesão ou grana ralado.
Segundo o Alecrim, “tem mil e uma maneiras de comer gorgonzola”... e ele está certo!

DOWNLOAD DO LIVRO DE RECEITAS DO FILME
                                                        DOWNLOAD AQUI


terça-feira, 19 de abril de 2011

PARA MEUS AMIGOS

Essa poesia foi feita para o antigo vox, quando Dê foi para Sampa e o grupo se desfez :



A vida se torna eterna na lembrança
Os amigos se tornam deuses no passado
Aquela turma já não existe mais
Mas se eternizou na lembrança de um qualquer
Caminhos diversos, brasas de cigarros,
inferno ou céu, bem ou mal?
Quais são os caminhos?
Quais são os destinos?
Rumos diferentes, sonhos diversos
Alegrias ou tristezas ...
Os amigos são assim,
Meus amigos se tornaram assim.
Cada um em sua direção
Cada um em seu planeta
Cada um em sua tristeza ...
Cada um com a sua dor ou com o seu amor
Para se lembrar sempre
Com alegria ou com dor ...
Até um dia em que nos encontrar-mos: 
para viver uma nova vida ou apenas para nos recordarmos do passado.


                                                 Felipe Dias Barcellos Cleto.

"Quem sou eu"??

Você me julga por quem sou?
Você me pergunta quem sou eu?
"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""
Uma pessoa que simplesmente vive
Que não sabe de onde veio e nem para onde vai
Que já chorou, mais também já sorriu
Que já perdeu e algumas vezes até ganhou
Que já amou, mais também já odiou
Que já falou, mais já foi calado
Que já foi amado e também muito odiado
Que já teve medo, muitas vezes na calada da noite
e chorou no vazio, no incompreensível de sua alma
E que também já se entregou de corpo, alma , espírito,
no fogo da paixão, no calor ardente do amor, sem pensar em medo, dor ou rancor.
Que hoje está aqui, e amanhã talvez no infinito, deixando para trás as estrelas do céu
o brilho do luar, mas cravando na história quem um dia foi.
Quem sou eu?
Uma pessoa exatamente igual à você.

                 FELIPE DIAS BARCELLOS CLETO

segunda-feira, 18 de abril de 2011

CRIAÇÕES DE LORENA LOCATELI

MISTAKE

                                                                         LORENA LOCATELI
Folha A4, arte em lápis de colorido.

GARBAGE
                                           LORENA LOCATELI
'capa de caderno', arte em tinta guache.

 PENETRANDO NA VIDA
                                                                             LORENA LOCATELI
 Óleo sobre tela, 1mx70 cm.

O Lixo Florescendo

                                                                                        Yngrid


do lixo ao luxo
o luxo floresce
o belo na parede
                           ED?

   
   "O Lixo Florescendo" é um painel de flores feito com o rolo que sobra do papel higiênico, cola branca e tinta guache. Materiais baratos que juntos deram um certo charme a minha parede. Decorar reaproveitando   pode ser um jeito de diminuir o lixo, deixar mais bonita sua casa e, além disso, aliviar sua consciência por também estar seguindo a "moda de ser sustentável", que pelo visto veio pra ficar e só tem a acrescentar.
   Aqui, alguns blogs que têm ideias ótimas de como você pode reaproveitar seu lixo:






domingo, 17 de abril de 2011

SEXO: QUANDO FIZER LEMBRE-SE QUE TUDO COMEÇOU COM UM FUNGO.


Os evolucionistas Lynn Margulis e Carl Sagan sugeriram que o sexo e a hereditariedade mendeliana são “acidentes históricos“, e que ambos mais não são que restos acidentais da era dos organismos unicelulares. A determinação do sexo do fungo no P. blakesleeanus não é controlada por um cromossomo completo, mas por uma pequena região do genoma denominada locus (posição) sexual.
A maior parte dos evolucionistas, no entanto, discorda com Margulis e Sagan e alega que o sexo não pode ser explicado se não tiver alguma função útil. Se o sexo não tem utilidade, então para quê manter a sua especificidade e uniformidade durante os mitológicos “milhões de anos”?
Provavelmente nenhum outro fenômeno natural causou tamanho interesse; certamente que nenhum semeou tanta confusão (G. Bell, 1982).A existência da reprodução sexual é realmente um grande paradoxo (R. Dawkins, 1984).
Apesar algumas engenhosas sugestões por parte dos darwinistas ortodoxos, não existe historia Darwiniana convincente que explique o surgimento da reprodução sexual(P. Kithcer, 1982).
A reprodução sexual parece ser bagagem excessiva para se suportar se não tem função alguma. É difícil de imaginar como um processo tão elaborado, disperso e custoso tem sido mantido sem servir algum propósito importante em si mesmo (Crown, 1988).
O sexo acontece nos maiores grupos da vida terrestre. É a forma de reprodução de grupos tão diversos como os artrópodes, equinodermes, moluscos, e vertebrados. No entanto, apesar de tal grau de diversificação, o sexo é muito similar através da natureza.
Quando um organismo sexual forma gâmetas (esperma ou células do óvulo) uma divisão meiótica ocorre onde metade dos genes são removidos. Então, quando o esperma combina com o óvulo, a descendência resultante contém o integralidade dos genes.
Por outro lado, a reprodução assexual envia todos os seus genes para cada um dos descendentes. Na luta darwiniana de transmissão dos genes, a assexualidade é duplamente mais eficiente que a sexualidade. É portanto evolutivamente difícil de explicar a propagação do sexo na natureza.
Na reprodução assexual todos os descendentes são clones dum parente – distinto dele apenas nas novas mutações. A reprodução sexual, por outro lado, gera diversidade: salvo em casos excepcionais (gêmeos idênticos), não existem organismos geneticamente idênticos – mesmo que descendentes do mesmo casal, há alguma valor na diversidade biológica com formas de auto-correção genética.

Pois bem, a reprodução sexual é uma dessas formas. O benefício do sexo não está na suposta aceleração da evolução (ao propagar as mutações benéficas) mas sim na remoção das mutações maléficas. O sexo agiria portanto como um pano de limpeza genético, limpando as mutações prejudiciais em cada geração.
Pois bem, críticas, hipóteses, teorias, são criadas mas o  P. blakesleeanus  veio preencher o lócus da evolução sexual com os resultados da pesquisa indicam e existência de "um mecanismo geral para os passos iniciais na evolução da determinação sexual e da estrutura cromossômica ligada ao sexo em eucariontes".

Maldito fungo que impediu nossa evolução contanste, e bendito seja por proporcionar o gozo esplendoroso do ato sexual.

EDNILSON CLAYTON ROGERIO